DreamStrider






Sou
Thiago

Apelido
Mendoka

Tenho
25 anos

Estou
São Paulo

Sou de
Peixes

Cores
Azul/Preto/Branco/Vermelho

Gosto
Dos amigos, das amigas, tocar guitarra e violão, ouvir música (de qualidade), jogar video-game, futebol, programar, fotos...

Esperanças...
Infelizmente... As últimas que morrem.

Qualidade
Tudo aquilo que demonstro sentir é real...

Defeito
Num sei se é o fato d'eu não conseguir fazer com que acreditem em mim, ou se é o de eu estar pouco me fodendo p/ isso.

E-mail
mendoka009@gmail.com

OBS:
Sou um idiota

Great Man (band member)






(clique na imagem para visitar o Vitorando)

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Bah!!! Querem copiar? Copiem. É tudo uma porcaria mesmo...

LastFM

segunda-feira, fevereiro 21, 2011

"A Queda"

Um anjo caiu.
Seu vôo já não se apresentava mais como uma de suas características mais marcantes.
Sua inocência foi dizimada e nunca mais houve um momento em que pensou estar voando entre algodões doces. O que se vê agora é a fumaça negra do cigarro achado em alguma sarjeta.
Sempre desejando algo pelo que lutar. Sempre venerando os honrados que ao túmulo chegaram substituindo milhares de outros. Uma vida pela troca de várias... Hoje, nem isso mais faz sentido.
Um belo rosto liso, ou pipocado em revolta hormonal contra esta face. Nada disso tinha muita importância desde que os braços fossem paredes quentes e aconchegantes, que agora são fétidos e dão a impressão de que ali existe um lobo preparando sua investida contra um coração que insiste cegamente em amar aquele lar, mesmo ouvindo uivos selvagens.
Preparar-se para o pior nunca foi o bastante, mas agora isso não faz diferença nenhuma. Se pelo pior ainda esperam, é porque ainda não entenderam que ele já passou, que eles está aqui e que ele virá.
Um anjo caiu!
O céu anunciou com gritos que causam tremores, desfilando sua fúria e derramando seus prantos sobre seres que não merecem essa dor.
Todas as promessas, todos os insultos, todos os gritos de clemência e de euforia, está tudo aqui. Uma tempestade é pouca para varrer esses dois times. A mais bela criança de todas e suas lágrimas duram apenas algumas semanas. Depois disso, seus soluços chorosos ainda ecoam na mente de todos, mas não em seus corações.
O anjo não sente mais ânimo de ver tudo de cima. Sua estadia aqui foi tanta que a sensação que tem é a de que faz parte deste meio, que não merece mais estar sobrevoando tudo e a todos. Aqui virou o seu lugar. Merece estar aqui por tanto ter achado que era o único ser perfeito do mundo. Este que não é pequeno.
Ria de si mesmo. Sempre quis ter sua história contada em uma canção. Você agora tem todas aquelas que futilmente as chamam de belas, mas que somente retratam a dor de um sentimental que existiu ou que ainda está esperando pelo dia em que não existirá mais.
Mas quem é este? Esta? Quem é o ser que se destaca de todos no meio desse mundo que não é pequeno?
Deus continua a rodar seu globo, pendurado no teto de seu quarto. Tudo o que este globo precisa é que essa rotação acabe e que Deus aponte para o ser escolhido por ele, para que tudo mude ou continue como está.
Vale a pena ter algum tipo de esperança? Elas não morrem, todos sabem. Mas a ignorância é uma benção ou devemos alimentar toda a nossa fé que dizem nos fazer seguir em frente? As respostas não vêm, e a natureza das coisas continuam se movendo, mudando, se desenvolvendo e, por fim, piorando.
Uma parede se põe como obstáculo. Se ela se mantém ali, eu não passo. Se ela cai, eu vou estar embaixo. É muito alto. Se eu escalar, e pular, vou me espatifar lá embaixo.
Sem saída... Acabou.
Um anjo caiu sem mencionar o nome sagrado que muitas vezes preferiu proferí-lo em vão... e ninguém viu. Quem soube, não se preocupou em presenciar a queda.
Apenas riram consigo mesmas de suas novas vidas sem nem lembrar que esse arcanjo um dia existiu.
Talvez ele nem mereça, no final das contas.



Escrito por: (((Thiago))) * 22:57
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terça-feira, fevereiro 15, 2011

"Fugindo da Chuva"

Quem dera se só uma parte coberta fosse o suficiente para que a chuva não me atingisse.
Quando o brilho entre as nuvens manda seu aviso, nem o chão ajuda para que o que há em seu redor fique seco, mandando de volta p/ cima, poucos centímetros, a água que que vem direto lá de cima, com a potência de um avião kamikaze.
Não machuca, mas o fato dela escolher a hora certa para me fazer correr é algo inexplicável.
Eu sinto medo. É como se toda essa água levasse embora todo o positivismo que absorvi durante o dia e conservei ouvindo canções, cantarolando e balançando os braços como se eu possuísse algum instrumento ali.
Toda as esperanças que cultivo sendo levadas embora e voltando, como se algo dissesse dentro de mim que não importa quantas vezes será necessário, elas serão levadas. Senão por essa correnteza que cai sobre mim, será por outro efeito da natureza.
Meus pés encharcam não importa em que lugar eu esteja. Algo quer levá-los para longe de mim, para que eu não consiga mais me permanecer em pé, apenas de joelhos. A posição ideal para implorar piedade para o desconhecido maior.
Eu corro. Com essa luta dos meus pés contra o chão eu vou incessantemente para onde eu possa ficar seco e esperar a tempestade passar. Já sinto meus calcanhares latejarem e que o caminho árduo está terminando. O porém é que ele não me garante nem a morte nem uma nova vida. Pode ser que esteja se divertido em me ver correndo, mágico em não distingüir meu suor das lágrimas da natureza e excitante de ouvir meus engasgos invocados por meu choro achando que são só gemidos de cansaço. Sem falar que deve achar graça na dança quase cômica que a exaustão me força a executar, chamando o leito de concreto para ser meu par.
Assim que ele aceitar, significará o fim da dança.



Escrito por: (((Thiago))) * 23:45
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segunda-feira, fevereiro 14, 2011

"Crise Existencial"

Sigo por aí tentando encontrar tijolos para construir o meu calabouço. Esse desejo de viver isolado, somente eu acompanhado de minhas idéias ridículas, sem medo delas saltarem da minha cabeça e serem vistas. Totalmente disposto a largar o mundo ao qual não contribuo em nada.
Mas o que encontro por esses lados são apenas pedras bem pequenas. Talvez se eu juntar todas, eu consiga construir alguma coisa. De qualquer forma, é melhor tirá-las do meu caminho, pois se não me ajudam, podem acabar me atrapalhando.
Por que estou fazendo isso? Por que estou querendo me isolar??
Eu sei que o planeta está rodando desde o dia do meu nascimento, pois é o que eu venho escutando desde aquele dia, mesmo não sabendo, naquela época, do que se tratava.
É... Ele continua apenas rodando. Deve ser por isso que as coisas nunca mudaram por aqui.
Nasci assim - o mundo apenas roda da mesma forma desde o início dos tempos - morrerei assim.
Todas essas voltas, essa mudança de tempo, pessoas falando, carros passando, os pássaros piando canções aladas e eu aqui embaixo... Apenas andando e sentindo tudo se mexer sem me levar junto.
A minha voz não ecoa, minha escrita não é visível, meu punho não fere, minha palma não afaga, meu abraço não esquenta, meu beijo não apaixona, minhas idéias não convencem, meu ser não é notado... Só é esquecido.
A bomba que se explode não queima, a água que cai do céu nem sequer é considerada chuva, pois se fosse molharia. O vento que passa, mas não leva nem a poeira embora.
Tudo ao contrário. Tudo errado.
O que fazer? Morrer para renascer ou renascer enquanto está vivo??
A ajuda que preciso guardado no ser chamado alguém. Este que provavelmente será outro a me ignorar, pois um alguém será sempre um ser humano, cuja arte de ignorar é sempre muito praticada por ele... por ela... por todos eles e elas.
Quero encontrar o meu lugar. Viver e morrer nesse lar, sem precisar sair p/ tomar um ar, sem precisar sair para a fome sassiar.
Se não posso voar, quero ficar preso em um lugar calmo, onde sentirei as ondas sonoras até das minhas lembranças boas e que as más eu consiga afogar em um poço de água límpida.
Eu só quero uma paz solitária. Quero ser tudo para mim, ser o rei de mim mesmo, sem fazer teste para entrar em meu reino, ter a certeza de que ninguém virá para trazer tudo aquilo de volta e me fazer lembrar do que eu realmente sou. insignificante



Escrito por: (((Thiago))) * 23:10
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sexta-feira, fevereiro 11, 2011

"Fios Solares"

Parece tão proveitoso contar as gotas que caem do céu. Mas o melhor passa tempo, nessas horas, é tentar descobrir o que a chuva está desenhando nas poças que me ilham neste território onde fui jogado, ao ver você partir mais uma vez.
É sempre assim. Quando vais embora, leva contigo até mesmo a luz do sol. Chego a pensar se num é de você que sai toda aquela vida, todo aquele calor. A cor de seus cabelos já deixa a charada no ar. Quando a gravidade não resiste e deixa-os acompanhar o vento... É como se cada fio fosse um feixe de luz solar.
O seu rosto se destaca entre os vários que tentam, sem sucesso, emanar alguma expressão que seja ao menos parecida com a sua, porém, como eu disse, ela é sua. O seu sorriso só reforça cada vez mais essa afirmação.
Mas se for p/ te idolatrar, vou acabar passando a minha vida toda o fazendo esquecerei totalmente de mim. Já basta eu ter o mau hábito de te encontrar em qualquer atividade. (oral, corporal, celular...)
Talvez seja esse o motivo d'eu estar aqui. A solidão que a sua falta me causou, me trouxe até aqui, sem ter o que fazer, sem ter com quem falar, sem ter com quem dividir um afago... E aqui dentro ficando cada vez mais escuro.
Venha, antes que seja tarde. Venha para ao menos me dizer que não dá a mínima, ou pára sassiar a fome da sua luz pela escuridão, aproveitando para eliminar essa que reside dentro de mim. Seque toda essa poça que me exclui do restante do mundo e logo depois... vamo no cinema!
:oD



Escrito por: (((Thiago))) * 23:47
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quinta-feira, fevereiro 03, 2011

"Sobre o tudo, o nada e o meio termo."

O que fazer quando estão fazendo barulho?
Se deitar, mas não consegue dormir. Se levantar, mas não consegue ficar parado perante isso. Tentar fazer algo de útil, mas não consegue se concentrar. Tentar comer alguma coisa, mas a raiva é tanta que você não tem fome.
Quando a única coisa que se queria agora era paz, lá estão eles. Ou do lado, ou dentro da mente. Foram neles que tiraram a inspiração para criar monstros, assombrações e extras terrestres malignos e outros seres assustadores.
Mas nesse caso, a única pessoa assustadora é aquela que se vê em um espelho, depois do rosto lavado com a água falsamente santificada, como se aquilo fosse realmente curar a dor e aquela imagem de si próprio fosse bravejar conselhos que não só salvariam o mundo, como também... a vida de seu dono.

O que fazer quando tudo está tão quieto?
Está tudo tão tranqüilo para se fazer o que quiser. Para descansar e pensar em tudo com mais calma. As palavras vêm facilmente na mente, não há nada que distraia a atenção para um outro lugar... Só existe aquele momento.
Mas depois de um certo tempo, essa quietude toda parece ameaçadora. Qualquer manifestação interna ao corpo começa fica cada vez mais pesada e difícil de ser aliviada apenas deixando o físico mais forte. Qualquer valor que o mundo pode dar não é o suficiente p/ tirar o que está errado dentro deste corpo.
E aí você olha para todo os lados... e só consegue ver a materialização do que é o silêncio.

O que fazer quando se quer o meio termo?
Esperando, em silêncio, somente com o som da imaginação criando para si próprio um mundo perfeito, por um único toque na campainha ou um chamado por aquele nome que, para ser esquecido, é preciso esquecer da própria existência também.
Esperando, no teto da casa, olhando para o céu, passar um anjo, sem asas, feio ou bonito, com auréola ou um boné, um chapéu, ou marias-chiquinhas, ou tranças...
O que fazer quando o quieto é mais barulhento que o agitado, sendo que não tem ninguém por perto para fazer com que o meio seja um ponto balanceado e não a faixa que separa o terreno de cada artilharia?



Escrito por: (((Thiago))) * 23:45
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