DreamStrider






Sou
Thiago

Apelido
Mendoka

Tenho
25 anos

Estou
São Paulo

Sou de
Peixes

Cores
Azul/Preto/Branco/Vermelho

Gosto
Dos amigos, das amigas, tocar guitarra e violão, ouvir música (de qualidade), jogar video-game, futebol, programar, fotos...

Esperanças...
Infelizmente... As últimas que morrem.

Qualidade
Tudo aquilo que demonstro sentir é real...

Defeito
Num sei se é o fato d'eu não conseguir fazer com que acreditem em mim, ou se é o de eu estar pouco me fodendo p/ isso.

E-mail
mendoka009@gmail.com

OBS:
Sou um idiota

Great Man (band member)






(clique na imagem para visitar o Vitorando)

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Bah!!! Querem copiar? Copiem. É tudo uma porcaria mesmo...

LastFM

segunda-feira, agosto 15, 2011

"Todos Iguais"

O cara ali na frente... É alguém que conheço... Sim! \o/

Ontem encontrei um amigo na rua. Esse foi um dos primeiros seres humanos que conheci fora da minha casa.
Eu costumava dar motivo p/ levar uma surra dessa família aqui indo lá p/ frente da casa dele. É relativamente longe daqui, p/uma criança de 4/5 anos.
Conversamos sobre como estamos agora, como queremos estar futuramente e, claro... Como éramos antes do nosso mundo se deformar formar no que é hoje.
Ambos desempregados, ambos desanimados, musicalmente frustrados, ambos vivendo na bagunça (ler posts anteriores) e querendo sair dela.
E eu achando que era um dos únicos.
Risadas, sustos, lamentos... E conversando você percebe que nada mudou. Antes éramos crianças correndo pela rua. Hoje somos "adultos" correndo contra o tempo. Ainda estamos correndo. A diferença é que não é tão prazeroso assim correr contra algo que tá sempre contra você, até de brincadeira.
Lembrando dos amigos que não temos mais, mas que ainda "conhecemos". E vendo que tá todo mundo meio que na mesma situação ou já passou por ela.
É triste. Não queria tropeçar o meu olhar em cada buraco dessas ruas e pensar que essa é a pior realidade. Mas é difícil sentir a dor de uma criança morrendo de fome do outro lado do mundo, quando a sua dor está presente, aqui mesmo, e não tem nada p/ te distrair. Você não tem de onde tirar seu sustento, você não tem de onde tirar seus beijos e abraços. Não tem onde jogar em vão sua saliva, nem um lugar significante p/ botar suas idéias revolucionárias. Tudo fica por conta do acaso te fazer encontrar algum conhecido por aí, que, em instantes, volta a ser seu amigo, te faz ver que a situação tá difícil p/ todos e não só p/ você, te faz sorrir, chorar, ficar com raiva e depois vai embora de novo.

E mais uma vez as esperanças marcam presença em algo que eu escrevo, pois foi só o que restou mais uma vez.



Escrito por: (((Thiago))) * 17:47
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domingo, agosto 07, 2011

"Vista Cansada"

Mais cansado que a minha vista, só eu mesmo.
Minhas olheiras chegaram a 125º na escala hichner... e não, não sei o que estou falando. Estou com muito sono mesmo, sério. Mas se tem gente que dirige bêbada, por que eu não posso escrever com sono? Me larguem... -_-
O que me deixa acordado é a vontade que eu tenho de falar que... nem tudo deu errado.
P/alguém que anda tendo êxito nas coisas mais importantes de sua vida, isso não deve significar muita coisa.
Eu fui mal na prova, não conversei muito com as pessoas hoje (exceto com meu melhor amigo. não é a toa que é meu melhor amigo), não consegui dormir a tarde toda, não toquei violão e não estou afim de olhar o céu p/ procurar respostas porque sei que não vou obter nenhuma.
Cá estou, tonto (como sempre), com esperanças de receber uma certa sms. Eu não preciso ficar pensando durante muito tempo em algo prazeroso p/ ter esperanças de que isso aconteça. Bateu no meu cocorô, bateu no coração ao mesmo tempo.
Coração......

Eu estava ouvindo "Scars" do Blackfield, sabe srta.? E uma parte fala que você é um anjo e o capeta também. Faz sentido, porque conquistou meu coração e levou minha alma embora.
(tadá... pzzzz...)
Ok... Cantada idiota avulsa enviada por zé ninguém, de lugar nenhum, para a amada "oi-tchau".

Quando eu era piquititico eu falava que sonhava em ser alguém e fazer coisas. Mas era tudo mentira. Eu sonhava coisas idiotas como voar e falava que queria ser músico.
Aí depois de um tempo comecei a trocar a frase "meu sonho" por "meu desejo". Fica mais maduro, né? Bom... Pelo menos até a hora em que você descobre qual é o meu desejo.
Eu quero mudar o mundo.
"Ah, que bonitinho... Agora senta lá. Próximo!"
Hmm... Então, né? Eu pensava realmente que só crianças pudessem ter esse tipo de sonho/desejo, pois são todas inocentes. Isso é o que a sociedade deve deduzir, né? Porque se um adulto vier falar uma coisa dessa o povo esculacha na cama, na sala ou no quarto.
Eu queria mudar o mundo, mas alguém como eu... infelizmente... não dá. Pelo menos ainda não tive apoio p/ isso até agora. Eu não consigo mudar nem as pessoas com quem convivo, porque dizem que não devem mudar, nós que deveríamos aceitá-las e tudo mais... sem parar p/ pensar no egoísmo que cometem.
Podem falar que eu também sou egoísta. Deveria aceitá-las como elas são. Então, aceitamos a câmara dos deputados também. Heil Brasília! o/
-not
Eu já aceito vocês como são. Senão, já teria dado as costas faz muito tempo. Só que ser magoado mais de 500 vezes cansa a beleza que eu já nem tenho.

Mas deixa eu falar uma coisa do meu melhor amigo, antes que pensem que ele é imaginário.
É o segundo cara mais azarado que eu conheço. Eu só sou o primeiro cara mais azarado que eu conheço por ordem de chegada mesmo, porque é um páreo duro.
Eu tento ser alguém p/ ele. E até que tem dado certo. Ele me considera um irmão e eu o considero igualmente.
Eu to falando seríssimo! Nem a família do cara ajuda. (o que anda sendo muito comum, hoje em dia. conflitos de época... é... detalhes)
Por ele eu faria algumas coisas do tipo... pagaria uma viagem de vinda e volta p/ cá p/ São Paulo (é, ele não mora aqui) só p/ ele encontrar a namoradinha (que é daqui), hohohoho...
Ou seja, amigões(?)... As coisas estão dando certo p/alguém. O menino tá virando hominho, rs...

É... P/alguém as coisas precisam dar certo. Dois derrotados não dão conta de nada.
No meu caso, as coisas foram se desfazendo uma a outra e eu nem vi quando isso começou. Pena que pareciam cacos de vidro. Caso eu tentasse aparar a queda dos cacos, ía acabar me cortando mais ainda.
Eu só lancei minha mão p/ pegar pelo menos alguns e levar junto comigo. Como eu disse no começo do texto, nem tudo deu errado. Peguei bastante, até. O resto foi caindo. Vai saber onde foram parar.
Eu queria dizer que sinto muito mesmo, mas é a mesma coisa que dizer que amo, que quero por perto p/ sempre, que não vivo sem... Resumindo, isso não vai mover montanha alguma, já que minha voz só é boa para irritar. Tudo vai continuar no mesmo lugar e eu vou continuar no canto sozinho com chapéu de burro na cabeça.
Não que eu seja burro, né? Eu não sinto que eu sou burro... e talvez minha burrice esteja aí. Sempre pensando no que errou. Não, o problema não está em se perguntar onde errou. É não enxergar que errou logo de uma vez!
É que nem um mindfuck. A resposta, às vezes, tá bem estampada na sua cara, mas você não consegue ver.
Eu, que assumo que sou o cara mais desatento do mundo, tenho meus motivos para tal, né? Olha aí...

Eu to cansado mesmo. As coisas não mudam, os pensamentos continuam na mesma velocidade (rapidamente lentos), se manifestando da mesma forma (pessoas), ateando as mesmas chamas (...) e acendendo as mesmas luzes (esperanças). E quanto mais luzes são acesas, mais jogado no escuro eu fico.
Essa é a maior das minhas perguntas: Por que? Eu não entendo. Eu tenho que deixar minhas esperanças de lado p/ eu ser feliz? Isso não faz sentido, mas sempre quando elas estão no ponto mais alto dos meus desejos em um dia ensolarado e frio, o dia seguinte amanhece chuvoso e mais quente que o dia anterior.
Não é p/ fazer sentido mesmo, né?

Eu queria me especializar em tanta coisa. Tanta gente fala que tenho bons dons p/ várias coisas.
Mas a única coisa em que eu consegui me especializar até agora foi em me ferrar, mesmo.
(mimimi é a bunda do capeta, ok?)



Escrito por: (((Thiago))) * 00:37
Prove que existe: Pense! 0 Comentários

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quarta-feira, agosto 03, 2011

"Por que o mundo deve acabar?"

"O Thiago não gosta de morenas... Eu o conheço ele desde a minha infância. Eu lutava jiu jitsu..."

Hmm? Não, não estavam falando de mim. Eram só duas garotas da mesa ao lado falando de alguém com o nome mais clichê do mundo.
O nome mais clichê do mundo para o ser mais desmotivado do mundo. Justo, até.
Tão justo quanto eu nascer em março, no dia 18, o que me dá o signo de peixes mesmo que o zodíaco mude... ó, céus.
Sair da faculdade depois de saber que as provas finais estão 4 dias à minha frente não é nenhuma felicidade. Poder olhar p/um céu sem estrelas também não.
Vou pegar meu ônibus lotado p/ ir p/a minha casa que eu ganho mais.
Devo ganhar. Mesmo tendo que ver as mesmas venerações de pessoas por coisas como uma mochila colorida, ou por pessoas vazias que veneravam um cara que aparecia na TV girando o dedo, gritando um nome feminino e usava um relógio na barriga.
As pessoas veneram até mesmo o próprio nariz se empinando perante pessoas mais... "humildes". Incrível como o nariz dessas pessoas mais humildes conseguem ser mais bonitos. Não duvido que sejam mais limpos também.
Pronto. Estou dentro de outro lugar insuportável.
Pelo menos consigo ver o céu... mas em busca do que?
Há! Sabia. Se fosse alguma solução, não seria tão fácil vê-lo.
E p/ que vê-lo, afinal? As pessoas erguem sua visão para os céus procurando deuses, anjos, et's, estrelas... Outras não sentem motivação para acreditar nem sequer nas estrelas, ao saber que elas são apenas restos mortais distantes.
E esse ônibus que não anda mais rápido? Ah... trânsito.
Droga. Quero ir p/ casa logo. E ainda falta mais um ônibus.
A cidade é uma balbúrdia. Meus olhos nem agüentam mais tentar enxergar alguma coisa aqui e não ver nada. É tanta podridão escondendo o que há de novo e maduro... (se é que existe isso aqui)
O sinal é para o segundo ônibus. Ele passa e eu vou atrás, a medida que olho a garota do lado, me olhando de canto... tse... sempre acontece. No mínimo acha que eu sou ladrão, ou nota algo bem estranho em mim. Meu cabelo, talvez. Ou a minha roupa, que foi moda nos anos....... bem, nunca esteve na moda. Enfim...
Um dia me disseram que eu era o ser mais fascinante do planeta. Outro dia disseram que eu era do mundo. No outro, era da galáxia. Moral dessa saga: Sou o ser mais fascinante de lugar nenhum. To começando a achar que quem acredita que esse mundo existe de verdade é um louco, p/ ficar falando uma coisa dessas de alguém que não move nem um fiapo de madeira com o dedo. Não por ser fraco, mas por não achar nenhum fiapo p/ ser movido. O mínimo que ele consegue é um tronco de árvore e, magro desse jeito, mesmo comendo mais que um ogro, não vai conseguir muita coisa.
Quero chegar em casa. Meu lar. Meu canto. Não quero mais ter que me sentir observado. Tanto por quem quer me fazer algum mal, quanto por quem quer me fazer algum bem. De uma forma ou de outra, eu sei que ambos são pura miragem que faz parte de mim: outra miragem.

"... and easy to ignore..."

Meu melhor amigo me falou dessa música... Aliás, ele me falava dessa música. Sempre. Eu sempre a ignorei, pois estava mais preocupado com outras coisas.
Sei lá. Ela é tão boa... mas eu não sou a pessoa certa para apreciá-la. Não da forma que o faço, pois é um risco muito alto.

Ah, a rua deserta. Pena que é asfaltada. Sinto que meu pé tá pedindo arrego desse chão duro e meu olfato tá quase indo para a ponte que partiu com esse cheiro de concreto misturado com o de fumaça saindo de inúmeras camadas.
O caminho de volta para casa, a última esquina a se dobrar. A casa amarela.
Por que amarela? Deve ser p/ ser mais fácil de ser notada. Se o dono não o é, a casa pelo menos tem que ser.
É uma casa grande, mas que não tem nada além daquilo que essa cidade é: bagunça. É bagunçada, e mal acabada (literalmente. a última reforma não foi muito bem sucedida), sujinha... mas é minha.
Mentira. É da minha vó e da minha tia.
Mas o quarto... posso chamar de meu. Uma prova? Pisei nele, minha irmã, que tava usando o PC, saiu. Me deixando sozinho. Isolado, como sempre. Nada.

Nada... E agora já não lembro mais p/ que queria tanto chegar em casa. Do que eu queria fugir? Do que eu estava correndo atrás? Alguma vez existiu algo por/contra o que lutar?

A ventania que teve de manhã voltou com tudo, levantando a minha pseudo-cortina (é o lençol que a minha irmã usava quando era mais nova) da minha janela incompleta (tá sem vidro em algumas partes) como se fosse o rabo da saia de uma dançarina espanhola frenética.
Talvez eu devesse ir lá p/ fora e deixar o vento me levar antes que o tempo leve o resto de tudo que eu tenho... (que eu sinto já ser resto por si só)
Ou será que sou tão miragem que nem o vento me leva?

E umas horas depois eu vejo que o "talvez" é realmente uma palavra insignificante na minha vida, quando se trata de... partir.
Eu sou rodeado por um gás inflamável e a minha existência é uma faísca prestes a dar o ar da graça. Tão insignificante, mas não quando cercada de um composto explosivo.

Algo insignificante é amado e odiado na mesma proporção que um ser do bem ou do mal. A diferença é que em um piscar de olhos... puff. Sumiu.
Não, ele não foi embora. Foi apagado.



Escrito por: (((Thiago))) * 12:12
Prove que existe: Pense! 0 Comentários

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