DreamStrider






Sou
Thiago

Apelido
Mendoka

Tenho
25 anos

Estou
São Paulo

Sou de
Peixes

Cores
Azul/Preto/Branco/Vermelho

Gosto
Dos amigos, das amigas, tocar guitarra e violão, ouvir música (de qualidade), jogar video-game, futebol, programar, fotos...

Esperanças...
Infelizmente... As últimas que morrem.

Qualidade
Tudo aquilo que demonstro sentir é real...

Defeito
Num sei se é o fato d'eu não conseguir fazer com que acreditem em mim, ou se é o de eu estar pouco me fodendo p/ isso.

E-mail
mendoka009@gmail.com

OBS:
Sou um idiota

Great Man (band member)






(clique na imagem para visitar o Vitorando)

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Bah!!! Querem copiar? Copiem. É tudo uma porcaria mesmo...

LastFM

quarta-feira, junho 15, 2011

Um começo.
É o que todos esperam de uma história.
Ainda mais quando se sabem onde ela vai dar.
Porém, não é exatamente esse o propósito da vida de Hyuma. O "filho das trevas", como costumavam chamá-lo.
Ok! Sem muitos detalhes sobre ele agora. Apenas seu nome e o conhecimento de sua existência já se faz o bastante.

Era uma tarde qualquer. Na vila florestal, conhecida pelas más línguas como Floresta do Desespero. Uma vila ao lado de uma floresta a oeste da Pólis Industrial, no continente Pastur.
Lar dos melhores arqueiros e dos mais habilidosos espadachins, o que fazia idéias de céu e inferno morarem dentro daquele lugar brotarem nas mentes consideradas frágies do povo que reside fora daquelas extremidades.
Acreditavam que arqueiros eram como anjos. Possuíam o mais divino dos poderes como a cura em grupo e o poder de derrubar qualquer demônio a qualquer distância.
E... Quando digo qualquer demônio... Muitos aplaudiriam se eu trocasse "demônio" por "espadachins".
Dominadores de artes ditas sinistras, são temidos por aqueles que não possuem os conhecimentos necessários para manuzear longas espadas, vestir pesadas armaduras e manipular a tecnologia arcana.
Hayago, filho de Hyuma, um mago nascido nos desertos que odiou o filho amargamente ao encarar o fato de que Hayago havia decidido seguir a trilha dos "amaldiçoados".
Eles prendem seus pés na, tiram seu poder, seu conhecimento e sua resistência. Que outro adjetivo pode ser dado a seres assim? Que confiança eles passam para a nação?
Devem ser exilados! São do mal, são os vilões. Sabe? Os vilões dos filmes, livros. Os malignos. Com poderes feitos para nenhum outro fim, exceto o de matar.
Você sabe. Eles também, os espadachins. E eles sentem muito.
Hayago sente. Foi acusado de o fato de viver nas sombras ser uma prova de que seres da laia dele realmente não devem ser bem vindos entre pessoas de bem. Só não se importam em botar o "tico e teco" para funcionar e perceberem que eles não vivem nas sombras. Jogam eles ali.
Voltando para aquela tarde qualquer...
Hayago vinha voltando de uma das missões dada pelos sábios de Nevareth, porém seu estado não era dos melhores.
Estava sendo carregado por dois outros lutadores. Cada um com uma armadura reluzente. O da direita possuía uma armadura com cor esverdeada, já o outro, estava com uma armadura que lembra a cor do que seria um caramelo metálico. Ambas com e gravuras arcanas em cada parte.
Já Hayago, entre os dois, estava com um traje opaco, sem vida, assim como ele mesmo estava parecendo.
"Arqueiros!" - Gritou de forma gentil o guerreiro da armadura verde. Achou que aquela cena já havia intimidado demais quem estava por perto.
"Não seja tímido, Trucius! Pelo amor de toda esta terra! Onde tem um bendito arqueiro?
aqui!?" - Gritou de forma desesperada Rigon. O guardião.
"É o que mais temos... Hayago!?"
Os 2 viraram para o lado e encararam não um arqueiro, mas uma arqueira. Correu em direção dos 3 o menos desesperada possível, tentando de todas as formas manter a calma e se concentrando para conjurar algum poder medicinal.
"Calma! Vai dar tudo certo. Eu juro por Milla!"
"Milla... Eu a encontrarei..." - resmungou o espadachim abatido - "Hyuma. Cadê meu filho? Eu preciso vê-lo. Preciso antes de ir..."
Os 3 estavam ficavam cada vez mais sérios e inquietos a cada respiração profunda dada pelo homem estirado no chão. As pessoas da vila começavam a se aproximar cada vez mais.
A Rita segurava firme a mão de Hayago, mesmo depois da ordem que lhe foi dada, de chamar Hyuma. Então, a natureza do garoto se encarregou de fazê-lo surgir do meio da multidão.
"Pai..."
O garoto, em passos curtos e incrédulos em direção ao pai parecia fraco, dispersos. Literalmente achando que aquilo tudo era um pesadelo.
Ele correu para o pai como se fosse o primeiro encontro de pai e filho, temendo que fosse o último... o que de fato o era.
"Meu filho..." - começou o pai em tom de últimas palavras - "Meu orgulho. A parte luz de um homem das trevas. Não tenho do que reclamar de ti e sei do cor o que você tem a me dizer. Apenas te peço que não se esqueça do porquê te dei o nome de meu pai. Lembre-se dessa última vez em que encarou seu pai com olhos encharcados. Lembre-se que seguir o caminho de um espadachim sombrio leva a apenas um final... Triste final."
"Nunca me esquecerei de você, pai!" - garoto, aos soluços, reuniu todos os seus sentimentos mais profundos ao dizer tais palavras - "De tudo o que fez por mim e de tudo o que me orientou a fazer, inclusive disso, pois faz parte do que você foi p/ mim."
"Isso, filho! Olhe, lamente, mas aceite. A morte é a única certeza..."
"... mas só os fortes conseguem escolher a forma de como ela virá."
O pai sorri satisfeito. É seu último ato antes da última expressão de dor em seu rosto, seguida de uma expressão de serenidade.
É o fim. O espadachim está morto.
Rita abraça o sobrinho com força, porém se ela tivesse o poder de quebrar cada osso do menino com aquele abraço, ele não se importaria. A dor de ver o próprio pai morrer é ainda mais angustiante.
O recém órfão sente que perdeu mais que uma parte de seu corpo. O que adianta pernas sem ter para onde ser guiado, braços sem poder aprender tudo o que o pai ainda havia de lhe ensinar, cabeça para armazenar todo o aprendizado. P/ que lhe serviria cada parte do corpo agora? O que o mundo tem a oferecer a um órfão? Não um órfão qualquer, mas sim o filho das trevas.

Hyuma acorda!
"Droga! Esse pesadelo nunca vai acabar. Tenho certeza."
Aquele pivete, antes com 7 anos, agora tem 17.
Em suas orações, ele sempre lembra de seu pai, de tudo o que lhe ensinou, de tudo o que ele representou, até mesmo na hora de sua morte, acompanhado de um pedido de desculpas por tê-lo desobedecido.

"Sei que o melhor caminho a ser trilhado, pai, é o caminho do meu avô. Mas quem eu mais amava nesse mundo, era o senhor. Se eu morrer um dia, será como o sr. morreu: como um herói sombrio."

Guerreiros de Nevareth: A Sombra do Espadachim - O meio de uma história.



Escrito por: (((Thiago))) * 21:35

1 Comentários:

Anonymous Camila Souza disse...

Gostei, apesar de ter entedido... metade. [2] Sua escrita é boa de se ler, prende bem a atenção e é simples de se entender - não tem palavras difíceis que só servem para confundir. Boa, Thiago. :*

18:28  
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